A apresentadora Sabrina Sato, 45 anos, revelou que o diagnóstico de TDAH trouxe clareza sobre episódios que marcaram sua vida e carreira.

Ela aceitou o convite para ser embaixadora do movimento TDAH Levado a Sério, iniciativa que reúne especialistas para ampliar acesso a informação e apoio.

Conforme informação divulgada pela Apsen, a participação de Sabrina busca reduzir estigmas e orientar quem precisa de diagnóstico e tratamento.

O diagnóstico e o desabafo

Sabrina falou abertamente sobre o impacto do diagnóstico ao afirmar, “Receber o diagnóstico de TDAH me trouxe respostas para muitas questões que fizeram parte da minha vida. Entender melhor o transtorno foi um passo importante na minha jornada de autoconhecimento”, afirma a artista.

Em outra declaração, ela reforçou a importância da informação ao dizer, “Acredito que informação de qualidade é fundamental para que mais pessoas possam compreender o tema sem julgamentos e buscar orientação adequada quando necessário. Tenho muito orgulho de participar de uma campanha que amplia esse diálogo”.

TDAH Levado a Sério, alcance e ações

O programa TDAH Levado a Sério reúne iniciativas voltadas à educação e à conscientização sobre o transtorno, com participação de profissionais das áreas de psiquiatria, psicologia e educação.

Entre as ações, destaca-se o projeto TDAH Levado a Sério na Escola, que impactou mais de 1.000 educadores de 220 escolas públicas e particulares em diferentes regiões do Brasil, incluindo cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Pouso Alegre.

Por que informação e acolhimento importam

Renata Spallicci, vice-presidente executiva da Apsen, comenta o significado da embaixada de Sabrina para a campanha ao afirmar, “Queremos contribuir para que cada vez mais pessoas tenham acesso a conteúdos confiáveis, reconheçam os sinais do TDAH e busquem orientação adequada quando necessário”, garante a executiva.

A iniciativa também apoia famílias e equipes pedagógicas, destacando o papel da escola como espaço de acolhimento, identificação e apoio aos estudantes, e reforça a necessidade de reduzir julgamentos e ampliar o acesso a informação confiável sobre TDAH.


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